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Homenagem
Como nossos Pais? Elis com 61.... Como diz minha amiga Déia, como será que Elis estaria?
E quanto amor temos por esta mulher, BRILHANTE...
Por isso, a foto pretende mostrar o tamanho disso tudo... O tamanho dela.. A potência da voz... O enorme coração! O tamanho do meu sentimento...

Por isso, vou postar um texto que eu escrevi, são as minhas memorias emotivas da primeira vez que vi Elis no palco:
Falso Brilhante
Acendem as luzes... Tocam os acordes!
Uma criança em seu vestido branco, corre entre as pessoas, que inesperadamente se assustam!
Os grossos óculos, a lÃngua pelo canto da boca... Sobe as escadas... O apresentador satiriza... E do fundo do pulmão, abre-se à garganta num profundo mergulho, para a canção infiltrar-se pelos milhares pares de ouvidos.
Graves agudos, falsos falsetes. Entonações erradas e falhas silábicas.
Durante a canção, a menina transforma-se em senhora, retira os óculos, a cabeleira loura, e surge das falhas técnicas, a perfeição vocal. Ergue-se o estandarte, Dom Quixote aos moinhos.
Numa estreita avenida de São Paulo, ninguém percebe, ao transitar, o que acontece naquele auditório, nesta noite de quinta feira.
De Gardel a João Bosco, de Dolores Duran a Caetano.
A pequena menina, seu simples vestido, agora é a guerreira, a pacifista, a lutadora... É mãe!
Usa apenas a arma que possui – a voz! E a usa como poucos tiveram coragem.
Precisa de instrumentos? A maravilha de existir e poder presenciar a fascinação.
E lá está: cantando o mundo em um florido jardim, numa cadeira de balanço.
O piano entoa, a voz surge, e prossegue além dos limites da própria voz.
A menina volta. Óculos grossos... Vestido branco...
As luzes se apagam.
É Elis!
Aplausos!
E retorna singela, puxando o vestido pelas pontas, curvando-se majestosamente, para que na noite seguinte tudo se repita.
O piano, a voz, óculos, branco...
Brilhando para sempre...
Num Falso Brilhante
Philip Coy
Escrito por Philip Coy às 20h12
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Show Especial homenageia Elis Regina
http://www.tvcultura.com.br/detalhe_episodio.aspx?idprograma=98&idepisodio=2191
Data: 17/03/2006 - Hora: 20:00
Local: TV Cultura
Para quem ainda não comprou o DVD...
Em homenagem ao aniversário de nascimento da cantora Elis Regina, dia 17, o programa Ensaio, apresentado por Fernando Faro, exibe show com Elis Regina que completaria hoje, se estivesse viva, 61 anos.
Neste especial, gravado em 1973, a cantora interpreta uma parte de Doente Morena, de Gilberto Gil e Duda Machado, e fala de Gil e Milton Nascimento, das músicas que gravou e especificamente da composição Ladeira da Preguiça, de Gilberto Gil.
Elis também fala da família e da infância, e canta Boa Noite, de Zé Maria de Abreu e Francisco Matoso. Dona de uma voz singular, no decorrer do programa a estrela faz relatos de sua primeira gravação, dos lugares que trabalhou e da música Eu Preciso Aprender a Ser Só.
O repertório ainda é composto por outras canções como Upa Neguinho, de Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri; Estrada do Sol, de Tom Jobim e Dolores Duran; Vou Deitar e Rolar e Falei e Disse, de Baden Powell e Paulo César Pinheiro.
Categoria: Evento
Escrito por Philip Coy às 17h38
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Especial homenageia Elis Regina
http://www.tvcultura.com.br/detalhe_episodio.aspx?idprograma=111&idepisodio=2158
Data: 15/03/2006 - Hora: 20:00
Local: TV Cultura
Em homenagem ao aniversário de nascimento da cantora Elis Regina, dia 17, a TV Cultura exibe o documentário Elis, Que Saudade... Considerada uma das melhores cantoras brasileiras, Elis completaria hoje, se estivesse viva, 61 anos.
O vídeo mostra vários depoimentos de pessoas relacionadas à cantora, a última entrevista que Elis deu para a televisão e trechos de shows gravados pela emissora.
No documentário, Elis fala de sua vida, dos amigos, da realidade de uma estrela em um país como o Brasil e da relação com as gravadoras. Estas entrevistas foram extraídas dos programas MPB Especial (1973), Vox Populi (1978) e Jogo da Verdade (gravado no dia 6 de janeiro de 1982, 13 dias antes de sua morte) da TV Cultura.
Entre as músicas interpretadas por Elis neste especial estão Canção da América; Maria, Maria; Alô, Alô Marciano (as três canções do show Saudade do Brasil, de 1979); Gracias a La Vida e Aquarela do Brasil (ambas do show Falso Brilhante, que inaugurou o Teatro Bandeirantes em 1975, com imagens dos bastidores).
Categoria: Evento
Escrito por Philip Coy às 17h36
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